estamos sós no universo

Junho 29, 2008

livre-arbítrio implica escolha. e ninguém pode viver nossa vida por nós, a não ser nós mesmos.

existir ou não vida inteligente em outro planeta torna-se irrelevante, se não formos capazes de governarmos a nossa própria vida e o nosso mundo interno… o nosso ‘infinito particular’.

vou contar com a ajuda de quem acompanha o blog, num pequeno exercício de auto-conhecimento:

  • sugiro que cada um leia…
  • interprete e medite…
  • sobre cada uma das questões abaixo…

liberte-se do que aprendeu na escolado que a professora de catequese, o pastor, o pai de santo, etc te contou.

pense por você mesmo…no que você acredita… o que você sente e, principalmente, o que você imagina.

amanhã escrevo e descrevo o que cada uma significa para mim ;)

  1. Pq existe tanta pobreza e sofrimento no mundo?
  2. Pq tantas pessoas estão deprimidas?!
  3. Pq estamos tão assustados?!
  4. O que significa para você viver no presente momento?
  5. Qual é a sua grande distração?
  6. A religião e a ciência que aprendemos… ela te deixa satisfeito com você mesmo?
  7. O que acontecerá quando você morrer?
  8. Descreva o céu e o inferno… e como se chega lá.
  9. Qual é o sentido da vida?
  10. Descreva Deus.
  11. Qual é a mais fantástica qualidade que a humanidade possui?
  12. O que será que impede as pessoas viverem suas vidas da forma mais completa possível?
  13. Qual é o seu único desejo para o mundo?
  14. O que é sabedoria e como podemos alcançá-la?
  15. Estamos sozinhos?

[eu tb torci o nariz quando vi essa frase... mas me surpreendi ao assistir este simpático senhor falando ]

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8 Comments Add your own

  • 1. Valney  |  Junho 29, 2008 at 5:05 pm

    Ainda não respondi nem a primeira pergunta direito, mas essa pergunta me veio a cabeça:
    – E se um dia não precisemos estar sós?

  • 2. Valney  |  Junho 29, 2008 at 5:52 pm

    tentei responder da forma mais pueril possível, e sem ver esse video ai.

    e não vou mostrá-lo. o/

    mas vou compará-lo com suas respostas[Can I].

    hmmm… e o video… eh melhor responder antes de vê-lo.

  • 3. vanessa  |  Junho 29, 2008 at 11:27 pm

    Uau! muito bom mesmo…
    beijos thahy

  • 4. Habib demasiado Habib  |  Julho 9, 2008 at 11:55 pm

    Sabe…
    ao assistir ao vídeo, lembrei de quem eu era aos 6 anos… de quem eu era aos 12… e de quem eu fui aprendendo a me transformar com o passar das frustrações, do sofrimento, do adestramento pelas autoridades, aqueles que tomam a verdade pela autoridade, e não a autoridade pela verdade…

    Essa jornada de conhecimento é uma verdadeira onda… na verdade, aprendemos quem nós somos muito cedo, ainda crianças, mas parece que esquecemos, deixamos que nos dissuadam de nós mesmos… e, assim, como passar dos anos, fazem com que nós marchemos em prol deles… e passamos a chamar “eles” de “nós”…

    A Jornada da Vida, na verdade… é de RETORNO a quem você era…

    “Aquele que não for como uma dessas criancinhas não entrará no Reino de Deus”

    Realmente Jesus foi um grande homem…

  • 5. thahy  |  Julho 10, 2008 at 7:49 am

    lindo, não?

    compreendemos até o sentido das palavras de outra forma…

    de uma forma mais pessoal, sem precisarmos de tradutores ;)

  • 6. Habib demasiado Habib  |  Julho 10, 2008 at 8:41 am

    Copiei cada pergunta dessa numa folha de papel pra poder refletir depois.
    Preferi copiar a imprimir… e fui pensando em cada palavra escrita…
    Não vou ler as outras colunas até ter refletido sobre cada questão.
    Sou muito grato!

    :)

  • 7. thahy  |  Julho 10, 2008 at 9:59 am

    ah baby! nao me agradeça

    estamos compartilhando!

    aprendo um pouquinho aqui, vc aprende um pouquinho acolá…

    a beleza da criação está nisso!

  • 8. Valney  |  Julho 28, 2008 at 7:29 pm

    O que aprendi nisso tudo? Tá. Eu sei que ainda não terminou a série E.S.U., mas na semana em que pude pensar na vida, me dei conta de algo.

    - Que eu não quero estar sozinho no universo. E farei de tudo pra que a tái esteja errada.

    não é nada pessoal, nem a discodância-chata-de-sempre do valney. só não deixarei, ao menos, que todos próximos a mim não se sintam assim.
    Utópico? Talvez. Mas por que não tentar?

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