família êh, família ah, família…

pq não sei o que seria sem eles

pq a gente briga feio, xinga, manda pra lugares impublicáveis… mas ai de quem ousar falar uma vírgula torta sobre alguém

pq através deles, sentimos ciúme, insegurança, medos, compaixão, ódio, amor, carinho, raiva, alegria, divisão, particularidades, unicidade…

e aprendemos a roubar no banco imobiliário e a passar a perna no outro no jogo da vida – sem falar na vontade de dominar o mundo ou acabar com a estratégia do outro – só pela simples vontade de ver o desespero alheio [MwAhaHAha]

pois com eles aprendemos a dividir o que possuímos de mais precioso: nosso jeito de se relacionar com o mundo e com as pessoas.

e torcemos, né… pra que uma porção de coisas mude… menos o sorriso e a certeza de uma foto pra posteridade, sempre.

amo vocês

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  1. ó, não tem nada a ver, mas eu sou desses que faz um comentário totalmente fora de propósito, então lá vai mais um… lembra o poema que eu te devia? é esse:

    ARTE DE AMAR
    Manuel Bandeira

    Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
    A alma é que estraga o amor.
    Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
    Não noutra alma.
    Só em Deus – ou fora do mundo.
    As almas são incomunicáveis.
    Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
    Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

    (agora devo o livro e a hora exata)


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