ok, assisti à abertura dos jogos olímpicos… e…
me peguei repensando as opiniões contra a china moderna
[MENOS as de cunho ambiental]
ok, assisti à abertura dos jogos olímpicos… e…
me peguei repensando as opiniões contra a china moderna
[MENOS as de cunho ambiental]
Natasha diz:
oi tataí ^^
τhαhy diz:
bom dia ^^
dia ^^
tava enrolando aqui no work lendo seu blog, e terminando de concluir (talvez) um estagio de desencontro para reeencontro
hmm
precisou pular de alguma ponte? Leia o resto deste post »
livre-arbítrio implica escolha. e ninguém pode viver nossa vida por nós, a não ser nós mesmos.
existir ou não vida inteligente em outro planeta torna-se irrelevante, se não formos capazes de governarmos a nossa própria vida e o nosso mundo interno… o nosso ‘infinito particular’.
vou contar com a ajuda de quem acompanha o blog, num pequeno exercício de auto-conhecimento: Leia o resto deste post »
tô me sentindo tão metafísica…
algo que sempre acontece quando passo por turbilhões emocionais…
onde minha vontade se encontra?
o que aspiro…
o que desejo…
minha vontade…
passar um mês viajando por aí…
mochila nas costas, estradas…
poeira e vento…
noites lindas e infinitas…
estrelas e lua…
me guiar pela suas posições…
saber onde é o sul e norte…
descansar… deitar na relva… sonhar…
o que aspiro…
compreensão e paz…
desdobrar-me feito origami e revelar o que ainda está escondido…
o que desejo…
dentro da minha essência…
ser completa
e não mais desejar…
Um orgulhoso guerreiro chamado Nobushige foi até o mestre Hakuin e lhe perguntou: “Se existe um paraíso e um inferno, onde estão?”.
-”Quem é você?”, perguntou Hakuin.
-”Eu sou um samurai!”, exclamou o guerreiro.
-”Você, um guerreiro???!!!” riu-se Hakuin. “Que espécie de governante teria tal guarda? Sua aparência é a de um mendigo!”.
Nobushige ficou tão raivoso que começou a desembainhar sua espada.
Enquanto isso, Hakuin continuou: “Então, você tem uma espada! Sua arma provavelmente está tão cega que não cortará nem a minha cabeça…”.
O samurai, num gesto muito rápido, desembainhou a espada e avançou, pronto para matar, gritando de ódio. Neste momento, Hakuin gritou:
-”Acabaram de se abrir os Portais do Inferno!”.
Ao ouvir estas palavras, percebendo a sabedoria do mestre, o samurai embainhou sua espada e fez-lhe uma profunda reverência.
-”Acabaram de se abrir os Portais do Paraíso“, disse suavemente Hakuin
vende-se memórias do passado
e planos para o futuro.
preço sugerido:
degustação do presente
interessados: favor procurar a face que te encara no espelho
observações:
efeitos esperados: sensação de unicidade e sentido para a vida.
efeitos colaterais: desespero, ansiedade, [inclua algo que temes]
administração e posologia: [leia com atenção, pois é importante]
viva o hoje. aproveite cada segundo. esse momento só voltará a acontecer na tua memória. essa é a tua vida. são as tuas escolhas a cada momento. tu és responsável pela pessoa que te tornas a cada segundo.
“não há crescimento sem cura”
“carpe diem”.
dia desses, foi pedido ao gu que plantasse feijões no famoso algodão…
ele não acreditou que ali nasceria uma plantinha…
- pequerrucho, olha como o feijão é duro…parece que não tem vida, neah? Ele tem essa partezinha branca bem no meio desse marrom todo… Sabia que aqui é o umbigo do feijão? Leia o resto deste post »
quando foi a última vez que você brincou com o vento, deixando uma das mãos para fora da janela [da casa, do carro, do ônibus] e sentiu ser possível moldar algo invisível, mas capaz de criar tempestades? Leia o resto deste post »
quem me vê online [e não me conhece pessoalmente] deve achar que eu sou uma matraquinha que não pára de falar um minuto sequer. Leia o resto deste post »
Não, você é quem carrega a sua chaga. Enquanto existir o ego, o seu ser como um todo será uma ferida. E você irá carregá-la por aí. Ninguém está interessado em ferí-lo, ninguém está de fato esperando para machucá-lo; todos estão ocupados em proteger os seus próprios ferimentos. Quem teria tanta energia para ainda querer atingí-lo? Mas, ainda assim, acontece, porque você está demasiado pronto para ser atingido, demasiado pronto, apenas na expectativa de que alguma coisa aconteça.
obrigada pela felicidade do nosso conto particular.
pela oportunidade de crescimento e superação
obrigada por deixar-me te conhecer
ver nas tuas entrelinhas e reconhecer
amadurecendo
e tomar uma decisão [mesmo na indecisão]
todo mundo as tem
alguns passam a vida se escondendo detrás delas
existem aqueles que criam as suas máscaras [e acreditam nelas]
outros fogem e se entorpecem, buscando a anestesia da cabeça e do corpo
feridas são pedaços da gente abertos e expostos ao léu
algumas cicatrizam e quando as tocamos, somos obrigados a lembrar com saudosismo a vida que tivemos
existem as que são pústulas abertas e contagiam todos ao redor, levando dor e sofrimento e medo a quem quer que esteja disposto a ajudar
outras se pseudo-cicatrizam e só descobrimos quando sem querer as tocamos
e ao serem cutucadas eclodem
e nos assustam.
você não é o teu nome
não é a tua família
não é o teu carro
não é a roupa que veste
não é a música que curte
você não é o profile no orkut
não é a imagem do msn
e muito menos o que pensas sobre si
você não é o teu medo
não é a tua coragem
não é o que deseja
não é o que evita
muito menos o que aspira
respire profundamente
sinta o teu corpo
escreva o que passa pela cabeça…
verás a quantidade de besteiras que te habitam
liberte-se dos teus conceitos
liberte-se das tuas amarras
liberte-se dos teus medos
perca-se, tema, mergulhe
respire:
a c o r d e .
[o zen não se explica: se sente]
raros são os que conhecem os edemas e marcas
deixadas pelos espinhos que te rasgaram.
lágrimas que jazem secas bloqueando
a emissão do que realmente sentes
[tão profundo e confuso]
sorrisos e suspiros configurados
pelo desejo do que é adequado transmitir
mensagens codificadas sob a forma
de protetoras charadas e enigmas:
perplexidade, surpresa, admiração
máscaras de receio tecidas sob
a fina malha da sinceridade.
Upload feito originalmente por Thahy
terra fogo água ar
no eterno ciclo caótico sem sentido da vida.
Não falo do amor romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento. Relações de dependência e submissão, paixões tristes. Algumas pessoas confundem isso com amor. Chamam de amor esse querer escravo, e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada. Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim que o amor se manifesta. A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado. O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita. O amor é um móbile. Como fotografá-lo Como percebe-lo Como se deixar sê-lo E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine
Minha resposta O amor é desconhecido. Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre um desconhecido. A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação. O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência. A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar em linha reta ele nos oferece seus oceanos e mares revoltos e profundos e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não. Não podemos subestimar o amor. Não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico. Não é meu coração que sente o amor. É minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve. O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha, e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém - nascidas.
O amor brilha. Como uma aurora colorida e misteriosa. Como um crepúsculo inundado de e despedida. O amor grita seu silêncio e nos dá a sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos alimento preferido do amor. Se estivemos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo. Me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o amor navega. Morrer de amor é a substância de que a vida é feita. Ou melhor, só se vive no amor. E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Moska
Algumas considerações pertinentes sobre o fim de um relacionamento, pensados e escritos a partir de uma conversa com uma das mulheres que amo nessa vida:
[e não é sabedoria, amiga... c viu o qto me enlutei pra poder recomeçar um novo caminho, com uma nova casca e novas cores de asas... borboletas, sempre elas
]
representação do estresse no meu trabalho.
semana passada foi aquele auê, ainda bem que no fim tudo deu certo…
comecei esse desenho num momento de muita chateação… ah, e antes que o deslexo pergunte desenhei com a primeira coisa que tinha em mãos: pincel para quadro branco… hehe.
o Caos é assim…não sei se devido ao meu ‘zen style’ consigo através do desenho relaxar, meditar… começo no centro naquela confusão…caótica, problemas a serem resolvidos, ligações, telefonemas a se fazer…e a medida que o desenho vai nascendo, as bordas vão sendo preenchidas…os contatos sendo realizados, os problemas se amenizando…e a semana inteira pronta, na ponta do lápis…
sugiro sempre na clínica que o paciente desenhe… principalmente quando ele não consegue se expressar… o poder da criação artística é um trunfo… e nos faz compreender além de vocábulos e conjugações verbais…
Ah… o blog ficará sem atualizações a semana inteira… viajarei para Brasília para o tão esperado congresso da ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental)… o sonho de todo Behaviorista Radical - hehe… troca de conhecimento, palestras, paineis…e tudo aquilo que movimenta essa área tão apaixonantemente lógica da Psicologia…Voltarei de lá com alguns minicursos acerca do ciúme e palestras sobre Psicologia Evolutiva… Ebaa…
Beijos a todos…e até o dia 22!
Blah-Blás