Nobreza, Soberania, Liderança

Soberania – o último dos sete atributos – é diferente dos seis anteriores. É um modo de ser, não uma atividade. Nobreza é uma expressão passiva da dignidade humana, que nada tem em si mesma, exceto aquilo que recebe das outras seis emoções. Liderança é a arte do desprendimento; é apenas um reflexo de uma vontade Superior. Por outro lado, malchut manifesta-se e torna reais o caráter e a majestade do espírito humano. É a própria fibra que nos faz humanos.

Quando amor, disciplina, compaixão e humildade são canalizados adequadamente na psique pelo compromisso, o resultado é malchut. O compromisso nos nutre e permite que nossa soberania aflore e floresça. Malchut é a receptividade a todas as emoções vertidas por Yesod.
Malchut é um senso de pertencer; saber que você é importante e que faz alguma diferença, que tem a habilidade de ser um líder competente no seu próprio direito de contribuir para este mundo. Dá a você independência e confiança, um sentimento de certeza e autoridade. Quando a mãe amorosamente embala o filho em seus braços e os olhos da criança encontram os carinhosos olhos da mãe, a criança recebe a mensagem:

“Sou querido e necessário neste mundo. Tenho um lugar confortável onde serei sempre amado. Nada tenho a temer. Sinto-me como um rei em meu coração.”

Isto é malkuth, realeza.

Chesed de Malkuth [Bondade na Nobreza]

Soberania saudável é sempre gentil e amorosa. Um líder eficaz deve ser caloroso e atento.

  • Minha soberania torna-me mais amoroso?

TORNA-ME.

E MAIS passível a mal-entendidos também …

  • Exerço minha autoridade e liderança de maneira carinhosa?

Depende.

  • no trabalho: sou bem chata qdo estou no ambiente de trabalho. já tentei ser de outra forma, mas vi que dessa forma as pessoas tiram proveito e se escoram. e nao tô mais afim de tolerar esse tipo de gente ao meu redor.
  • em sociedade: meus amigos me respeitam. brincava dizendo que sempre fui tratada com muito respeito e realeza… daí fiquei mal-acostumada. me acostumei a ser bem-tratada, portanto. sempre tratei as pessoas que amo de um modo mui carinhoso… e bem-claro também. os que permanecem é pq aprenderam a respeitar meu espaço e vice-versa.
  • família: sim, sim… menos em dias de shiva. aí o barraco é feio.
  • Imponho minha autoridade aos outros?

não preciso impor. como um frater já disse: ‘as pessoas gostam de você de graça’. não lembro de ter assumido uma postura para agradar alguém. uso algumas máscaras para não assustar, desagradar… mas nunca ‘forcei’ a amizade… até pq não tenho paciência para isso.

Exercício para o dia:
Faça uma gentileza aos seus subordinados.