Críticas

Que as críticas sejam sempre bem vindas!
Que orgulho, finalmente achei um crítico para mim!

Bom… vou descartar o comentário anterior e falar sobre esse do último texto.

Olhando o que escrevi, realmente dá a impressão que ‘tiro o meu da reta’. Isso se chama ‘imparcialidade’ ao criticar algo. E a crítica é necessária. Continuando. Vocês já perceberam que quem costuma ser crítico ou sarcástico no nosso amado Bra$il sempre é ‘criticado’ também? Acusados de pertencerem a uma classe distinta, de não serem ufanistas, nem patriotas…

Uma dose de sarcasmo e ceticismo são necessários: são exercícios para o bom humor e para o cérebro. Pensar e ter auto-crítica é essencial para o senso de justiça e relfetir sobre o mundo à nossa volta nos torna cidadãos.

Porquê não existe cidadania no nosso país?
Por quê a população não possui esses conceitos de forma ampla, trabalhadas desde a infância. Cidadania, além de assegurar os meios necessários para a vida (as dezenas de números que nos acompanham em todos os momentos) também significa importar-se com as outras pessoas. Respeitá-las por quê a partir do respeito dado, também há uma parcela de respeito recebido. Cidadania também implica no bem-estar do nosso meio ambiente, ecologia…etc. Mas o que eu acho lindo no conceito de cidadania é o conceito de pensamento crítico. Como exigir meus direitos se eu não sei quais são? Se não sei nem meus direitos, avalie meus deveres .

O pensamento autocrítico e mais ainda o comportamento crítico nos permite avaliar a questão sobre diversos ângulos: quando vc abstrai, passa a ver uma série de conexões e interligações que levam um fator ao outro e mais além. Talvez até passe a entender como funcionam essas engrenagens e pode traçar um plano de ação e metas para ser agente de mudança.

Mas só se consegue ser agente de alguma mudança quem pensa e tem opinião própria.
Por isso: que venham às críticas. Saber tirar proveito delas é essencial, é ela que nos dá uma noção do que continuar fazendo e o quê deve ser deixado de lado ou melhorado.

Afinal: “Eu ‘amo’ tudo isso'”

A burguesia fede…mas tem dinheiro pra comprar perfume…

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