ser o que somos, produzir o que fazemos de melhor, amar da forma que sabemos, viver do jeito que escolhemos e lutar pelo quê acreditamos é uma forma de poder, sim!

Mas nada tem em comum com o poder que se exerce sobre o outro: que impõe regras, reprime e cerceia, mesmo de forma sutil.

Quando lutamos pelo poder de ser o que somos, estamos batalhando pelo poder mais legítimo que nos foi dado: a concretização de uma experiência única da natureza: nós!

Agora esta luta não é justa e muito menos fácil. Até porquê sempre existe aquele que controla e o que é controlado. O mundo gira de acordo com as regras deste jogo. Cabe a cada um escolher de que lado do jogo fica. [até pq se você não escolher, pode ter certeza que alguém escolherá por você. e sem nem pensar duas vezes] 

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