[ou coisas que gostaria de dizer para alguns pacientes]

se imagine nas seguintes situações

  1. Fatores externos: você descobriu que o vizinho tem um laboratório de entorpecentes ilegal.
  2. Pressão social: seu grupo de amizades aderiu à modinha do ‘não existe pecado ao sul do equador’
  3. Fatores internos: você está com muita fome [e está de dieta] e tem uma magnifíca fatia da torta que ama ao alcance das mãos.

O que você faz?

Cada um imagina uma situação, pois sempre que realizamos uma escolha: sejam os caminhos que tomamos na vida, os objetos de felicidade que elegemos, e até o sabor preferido de sorvete, ela sempre estará de acordo com a motivação [considerando que motivação é a busca de experiências emocionais reforçadoras, em detrimento das punitivas 😉 ]

por isso que o psicoterapeuta não tem a resposta para a tua vida, para o universo e tudo mais e não opera milagres na clínica se você não estiver motivado para o auto-conhecimento e análise das contigências envolvidas no processo.

e é por isso que ler livros de auto-ajuda na verdade ajudam somente os criadores do best-seller a prosperar.

de uma vez por outra: seja o agente da tua própria vida, e não uma marionete dos desejos dos outros.

para de arranjar desculpas pro que dá errado e pense nos motivos que propiciaram o erro.

faça acontecer. você e só você precisa eleger o que te motiva, o que te faz levantar da cama todo dia, o que te dá tesão em conquistar.

e se der errado, pense de um outro modo, suba na mesa… analise e reveja os conceitos…trace metas e busque os resultados.

sem planejamento, não há ação.

e sem ação não existe vida.

só existência.

e existir por existir deve ser algo muito chato.

existir per si é passar batido, despercebido…sem mudar o ambiente que se vive. as vezes pra não incomodar, outra pra não ser notado… aí aquele que só existe vem reclamar do vazio da existência…

por isso: viva. ouse. faça algo diferente. e gargalhe.

depois me conte o que mudou.

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