li certa vez que…

em um determinado momento… no processo de auto-conhecimento… é preciso distanciar-se e despedir-se de quem é muito próximo. [familiares, por exemplo]

“santo de casa não faz milagre” …

a vida ensina, e é verdade.

destruindo cada traço de proximidade, dentro de mim…

sigo em frente.

Sabe, não é ser malvada.

É ser quem se é.

Não tenho culpa se para alguns, viver uma vida de mentira é melhor do que encarar a vida, assumindo responsabilidades e, principalmente, cumprindo aquilo que se promete.

A verdade é dolorosa, por isso tantas mentiras no mundo.

Eu escolhi viver uma vida onde a verdade prevalece. Por isso: quem mandou me cutucar?

afinal… tenho pouquissimas regras… uma delas é:

“não pise no meu calo, que não piso no teu”

simples, objetivo e muito direto.

quem não cumpre, sofre a consequência.

e, nessas horas, eu realmente gostaria de perceber as aparências… e não a realidade por trás das máscaras.

não adianta, é olhar, intuir, enxergar e falar.

sinto que chegará o dia que…

entre os que estão perigosamente muito próximos…

as únicas palavras serão ‘bom dia’ e ‘passe bem’.

afinal, uma das coisas que aprendi … foi: ‘tudo o q desejas, retornas para ti…’

[dia tempestuoso, como é bom escrever 😉 ]

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