“em algum remoto recanto do universo, que se deságua fulguramente em inumeráveis sistemas solares, havia uma vez um astro, no qual animais astuciosos inventaram o conhecimento. Foi o minuto mais audacioso e hipócrita da “história universal”: mas, no fim das contas, foi apenas um minuto. Após alguns respiros da natureza, o astro congelou-se, e os astuciosos animais tiveram de morrer.

Alguém poderia, desse modo, inventar uma fábula e ainda assim não teria ilustrado suficientemente bem quão lastimável, quão sombrio e efêmero se destaca o intelecto humano no interior da natureza; houve eternidades em que ele não estava presente; quando ele tiver passado mais uma vez, nada terá ocorrido.”

[sobre verdade e mentira. nietszche.]

O que é a verdade, afinal?

O que torna uma série de metáforas, parábolas, símbolos, signos [os sinais matemáticos são tal como os astrológicos, signos. A diferença entre símbolo e signo é que, no primeiro caso um símbolo se desdobra em vários e vários significados. O signo, por sua vez é uma ‘coisa em si mesma’. Um sinal de adição e o signo de áries, por exemplo, são ‘verdades em si’… Não possuem ‘simbolismos ocultos’… São CONCEITOS gráficos que representam uma idéia, uma finalidade e ponto final😉 ], analogias, sinônimos algo que valhe a pena viver – e até morrer?!

Quando voltar de viagem continuo a escrever! See ya! [hehe]