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i n t e n s i d a d e

a sombra que me move também me ilumina

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Fala de Criança

baby-storyteller-blue

– mãe, desenha um dragão?

– ok …

– agora faz os poderes mágicos para que eu ganhe dele!

– ixi… o que eu desenho?

– umas bombas… e também água… e o fogo saindo da boca dele…!

– ok, ok…

– Agora desenha uma pista assim, ao redor e faz o meu carro!

– (!) AFF MARIA, QUE MENINO MANDÃO!

– Eu sssoouuuu seeeuuu fiiiilhooooo ^^

– Pronto, PoCoChOoO!… Agora conta a história para a mamyYyYs! Quero é ver como você vai vencer esse dragãozão malvaaaadooooo rrraaaaarrrrrr …

[horas mais tarde…] Continuar lendo “baby-storyteller-blue”

enrolando a mamys

após ter contado duas histórias para dormir [joão e o pé de feijão e cachinhos dourados – detalhe: não é só contar a história… mas interpretar também!] o gu me pega pra cristo, pedindo que eu contasse a terceira:

– ah não, tô com sono… amanhã eu conto, gu!

– porrrr favoooorrrr mamãanhêee…

– nem nem nem, boa noite …

– meu coração vai quebrar…

– depois eu junto os pedaços! boa noite!

– aaahhhhh!!!

[3 minutos de silêncio depois…] Continuar lendo “enrolando a mamys”

pequerrucho ^^

meu pequeno engenheiro-astronauta-bombeiro-piloto-etc-etc-e-tal

todo dia inventa uma coisa nova, já foi a máquina do tempo, a super pista que levaria o carrinho até a lua e agora, a luta entre os transformers, o gozilla e o super robô mortífero… eu arrumo, arrumo essa bendita prateleira [sem falar na outra cheia de livros e no baú cheio de troços] mas é besteira… basta bater a inspiração que ele põe tudo abaixo…

e quando inventamos de interpretar as histórias, então? ^^ acho que próximo ano ele vai direto pro teatro ^^

[fotos tiradas do celular… preciso de uma camera nova… pra matar a saudade de quem ama esse pequerrucho e está longe]

chantagens e manobras

– mãe, se você não deixar eu assistir billy e mandy, eu vou deixar de te amar!

[mãe escrevendo no papel] …

– manhêeee… to falando com você-ehhhh… eu VOU deixar de amar você se você não falar comigoooo!

… [escrevendo no papel fazendo cara de paisagem] Continuar lendo “chantagens e manobras”

traição…

leia sobre esse tema, aqui thahy.com

o egito [fala de criança]

– mãe, me fala sobre o egito?

– hmmm, claro meu amor… o que você já sabe?

– as pirâmides, a esfinge…a múmiaaaaa… Continuar lendo “o egito [fala de criança]”

o amor [fala de criança]

[…]

– e como a gente sabe quando ama, gu?

– mãe, quando o nosso coração fica feliz!

– e como eu sei que o meu coração tá feliz?

– quando ele bate muito forte, ele fica feliz!

– ahhhh… entendi meu amor!

O Gato Irado



Passinhos pesados pela casa e um gato tentando agarrar-se à parede a todo custo

*pof*

Um gato assustado cai em cima da barriga do avô e passinhos acelerados em direção à cozinha podem ser ouvidos:

– hahaha, tia nem! joguei o téo em cima do meu vovô e ele se assustou!!! A vovô começou a rir!!! HahAHahHA foi IRADO!!!

[passos de adulto vindo em direção à cozinha]

– então foi você que jogou o gato em mim, cidadão?!

– Foi vovô! O Téo é Irado!

hehehe… Lindo que ele fala ‘Ilado’ estilo o cebolinhaaa!!!!

Momento mega-hiper-corujona: Ahhhhhhhhhhhhhhhhh qui pequerruchooooo mais totoso desse mundo toooodooooo!

ao meu primeiro cabelo branco

– mas pq a jéssica não é mais o seu amor?

– pq ela não quer…

– mas o quê aconteceu?!

– eu pedi um beijo e ela não me deu!

– gasp oO

– Que foi mãe?

– Nada, nada meu bê… bem, meu menino… mas, como foi essa história de beijo?

– A gente tava na piscina, aí eu disse: eu quero um beijo e ela mergulhou!

– c e r t o . . .

– que foi mãe?!

– nada, nada meu homenzinho… e só por isso ela não é mais o teu amor?!

– é… a clarinha me beija quando eu peço…

– ANH? Beijo aonde?!

– na boca!

– mimimi … mimimi …

[buáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… ele só tem quatro anossss! não me avisaram que essas coisas começavam assim, tão cedo!!! mimimi!!!]

história de ninar

Certa noite, após ter conhecido a importância da noite e da lua em uma conversa com o Sol, o menino azul contou uma história para sua mamãe dormir.

A história era mais ou menos assim:

“Era uma vez – quando eu não era um bebê – um planeta todo azul. Nesse planeta, eu era grande e tinha um amigo também azul: voávamos por todos os lados e nos divertíamos…Até que, o meu amigo chegou e disse: “você vai nascer num outro planeta azul.”

bluechildren.jpg

Continuar lendo “história de ninar”

na escolinha

– mãe, sabia que na sala da tia odete tem uma mesa beeeem grande?

– conta, bebê…

– é mãe, e é pra lá que vão os meninos que fazem birra na aula…

– umhum, sei…

– pois é, na mesa tem uns livros e a tia odete fica: bla bla blá blá

– Gustavo, por acaso você fez birra na aula?!

– A tia Ayla acha que eu fiz…

– Como assim, ela ACHA?

– Eu já sei desenhar o A, o B, o C … mas não sei fazer o G do meu nome!

– Anh…

– E ela queria que eu fizesse o A sempre e sempre!

– Aí ela te mandou pro castigo…

– Foi, mãe…

– Hmmm, me conta mais sobre essa mesa… 🙂

[terei problemas na seguinte equação:

professoras caretas x forma de ensino x menino opinioso + mãe alternativa = ?]

historinha para dormir?

toda noite, quando estou na capital, conto histórias para o meu baby blue dormir…

estabeleci um limite de duas histórias [por ele, contaria até nao aguentar mais…] então, as de hoje foram ‘peter pan’ e ‘joão e maria’ … Continuar lendo “historinha para dormir?”

sensibilidade

dia desses, foi pedido ao gu que plantasse feijões no famoso algodão…

ele não acreditou que ali nasceria uma plantinha…

– pequerrucho, olha como o feijão é duro…parece que não tem vida, neah? Ele tem essa partezinha branca bem no meio desse marrom todo… Sabia que aqui é o umbigo do feijão? Continuar lendo “sensibilidade”

rá, conta outra marreco.

– vamos gustavo. está na hora de sair do computador.

– eu não quero! to jogando!

– vamos, já ficou por 1 hora!

– SUA CHATA!

– Já pro quarto. E de castigo!

*pensamento: bem-vinda ao mundo real, baby*

(3 minutos depois)

– Mãe! Eu Te AMO!

– Ótimo! Eu também te amo! Mas você ainda está de castigo!

– Ahhhhhhhh!!!

(5 minutos depois)

– Mãe! EU NAO TE AMO MAIS!

– Problema seu…Eu continuo te amando…

– Buáaaaaaa.

*pensando: mexeu com a pessoa errada pra usar amor como chantagem, filhinho! MuAhahAHhaHAH*

Ahhh o Amor…

Quando aflora é lindo… Ontem, saí com o pequerrucho e a priminha de 7 anos para fazermos umas comprinhas básicas [cereais, biscoitos, chocolates…etc]… Ele queria pq queria andar de mãos dadas com a priminha… Em determinado momento, já na volta, ela começa a fazer cosquinhas nele… Ele se irrita e a manda embora…

– Jéssica, você é minha prima! Volta Aqui! Continuar lendo “Ahhh o Amor…”

água doce

– gu, vem pro banho!

– mãe, tá frio!

– ow bebê! olha o desperdício! a água do planeta tá acabando! Continuar lendo “água doce”

mitos

– mãe, eu vi o papai noel!

– bebê, papai noel não existe

– mas eu vi! Continuar lendo “mitos”

hora de dormir

-mãe, deixa eu dormir com você na sua cama?

-não bebê… você tem o seu cantinho

-mas eu preciso

-precisa porquê?

Continuar lendo “hora de dormir”

bloop

DOMINGO 

A pedidos mui carinhosos de ‘mamãe me dá um peixe, mãezinha me dá um peixe, mãe eu quero um peixe, maaamaaaeeeee peeeixxeeee’, comprei um pro gu. O Bloop, peixinho dourado muito peixês. 

SEGUNDA  

Cá estou lá, organizando um dos grupos, conversando com os participantes e propondo dinâmicas quando – de repente, não mais que de repente – o meu celular toca. [como estava esperando uma ligação de um prefeito, corri pra atender] Era minha irmã: 

– Tái, o bloop não se mexe!!!

(voz ao fundo: ‘tia inháaai, não conta pa mamãeeee, po favô!)

– Mana, então ele morreu…

– Mas a cauda dele ainda faz um ‘tic…tic…’

– Então tira ele do aquário e põe num copo com água limpa!

– TÁ! 

– clic – 

5 minutos depois

– Táaaiii!!!

– Oi lala, e aí?! Morreu mesmo?!

– Eu fiz uma massagem cardíaca e ele voltou à vida!

– Anh?! HAHahAH… Ow comédia

– Quero falar com a mamãe tia inhái! [barulhos de um guri roubando um celular e correndo pela casa]

– Oi gu… o que aconteceu com o Bloop?!

– Mãe, o Bópi ta funcionando! A tia inhái ligou ele e e ele ta nadando assim ó

[/ imaginação mode on]

– Bebê! Você tem que cuidar do seu peixinho!

– Ta mãe! Beijoo! Te amoo!

QUARTA 

– Filha, o peixe morreu

– É mãe… acontece…

– O Gu quer falar com você

– Mãe, o bópi desligou. Ele não funciona mais

– É bebê, chega um dia que todo mundo vai desligar… o Bloop foi o primeiro, ele morreu.

É.

– E cadê o bloop?

-Tá no lixo, o téo não quis comer.

– ANH?!

– O téo não gota de peixe.

– Deixa eu falar com a tua vovó, beijo bebê!

– Oi tái

– MÃE?! VOCÊS DERAM O BLOOP PRO TÉO?!

– Não, o gu queria, disse que o téo tava com fome. Expliquei que não podia.

– *abismada* ta bom, então jogaram o bichinho no vaso?

– Que nada, ta lá no lixo mesmo.

– *gasp* ta bom, beijo mãe… fica bem.

– beijo. 

– clic –  

Bom, pelo visto não é o Gu, mas sim EU que preciso aprender a dar adeus pros bichinhos logo, logo. [Bloooopppp! Sniiiiiiiiiiiifsss!]

O menino azul encontra o Sol

Era uma vez um menino azul que gostava muito, muito mesmo do dia. Ele corria, pulava, aprendia e dava gargalhadas contagiantes pela casa. Azul gostava de ver as coisas como são: sem sombras e sem medo. O dia era assim para o menino: amarelo, com cheiro de laranja e muito azul no céu. (procurava carros nas nuvens, quase não os achava… Talvez o vento não soubesse como são)

[continue a leitura, clicando aqui]

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